Na mídia

[vídeo] Série Vida sem Pílula: Como não depender do anticoncepcional

É possível cuidar dos sintomas do ciclo menstrual e da prevenção da gravidez sem usar pílula anticoncepcional

Você já assistiu a minha série no YouTube #VIDASEMPÍLULA ? Estou gravando vários episódios nas últimas semanas sobre como não depender do anticoncepcional para cuidar da acne, da TPM, das cólicas, para regular a menstruação, para tratar ovários policísticos, para evitar a gravidez, e como resgatar a libido perdida pelo uso da pílula, e vários episódios respondendo as principais dúvidas da mulherada sobre tudo isso e muito mais.

Confere aí cada um dos episódios que já foram ao ar!

Episódio 1: Como resolver a acne e a oleosidade

Episódio 2: Como espantar a TPM e as emoções descontroladas

Episódio 3: Como lidar com as cólicas e a menstruação irregular

Episódio 4: Como cuidar do ovário policístico

Episódio 5: Como superar a noia da gravidez indesejada

Episódio 6: Ô libido, volta aqui! To te querendo

Episódio 7: Respondendo dúvidas sobre vida sem anticoncepcional

Episódio 8: Comentando suas perguntas sobre vida sem anticoncepcional

Episódio 9: Ovários Policísticos: como cuidar sem anticoncepcional

Aproveite que estou lançando o Contracepção Consciente, o programa online para você fazer as pazes com seu ciclo menstrual e sua fertilidade.

Com a divulgação dos efeitos colaterais da pílula, muitas mulheres como você estão questionando: vale a pena? Para fazer essa escolha, é importante conhecer as alternativas e as estratégias para as questões que surgem imediatamente: e se eu não quero engravidar? E como cuido do ovário policístico? E a acne, as cólicas e outros sintomas incômodos do ciclo menstrual?

Por que é importante contar com ajuda especializada? Porque o que não falta ao nosso redor, real e virtual, são informações desencontradas. Ou então porque o que deu certo pra amiga nem sempre dá certo pra gente! Numa decisão que impacta tantas partes da nossa vida, é importante contar com alguém que tenha esse conhecimento, como também possa te apresentar mais caminhos para você escolher qual se adapta melhor aos seus anseios e à vida que você quer.

É isso que eu te ofereço com o programa Contracepção Consciente.
Ele tem duração de 10 semanas e apoia tanto a parte emocional quanto com as informações necessárias para te ajudar na escolha consciente sobre o uso do anticoncepcional, sem que o medo de engravidar e os sintomas incômodos te atrapalharem.

Saiba mais e participe da nova turma. Inscrições até dia 13 de abril de 2017!

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[na mídia] Como parar com o anticoncepcional sem engravidar

Cinco coisas que você deveria saber sobre a vida sem pílula.

A revista Vida Simples fez uma entrevista comigo na semana passada sobre como não depender do anticoncepcional. Nela, eu compartilhei a minha jornada pessoal com meu caso de amor e minha desilusão com o uso da pílula, e como funciona o meu trabalho apoiando mulheres a fazer uma escolha consciente sobre seu uso. Confira aqui.

Os efeitos colaterais dos contraceptivos incomodam a maioria das mulheres. Mal necessário?

por Letícia Gerola

O anticoncepcional faz parte da rotina da maioria das mulheres brasileiras. Aliado à camisinha, é uma das principais ferramentas para evitar a gravidez. Os efeitos colaterais dessa dose hormonal intensa, no entanto, são motivo de preocupação e incômodo pra boa parte desse público. “TPM intensa, dores de cabeça, acne, muita cólica… Os efeitos colaterais variam pra cada organismo, mas uma coisa não muda: é uma dose forte de hormônios que mexe com o corpo da mulher e impossibilita que ela conheça e tenha seu ciclo menstrual”, explica Melissa Setubal, especialista em saúde integrativa da mulher.

Formada em comunicação social, a jornalista e publicitária sofria com enxaquecas e acne excessiva. Em busca de uma solução, ela conheceu métodos de contracepção alternativa e descobriu a importância de conhecer o ciclo menstrual. Foi assim que nasceu o Vida Sem Pílula, minicurso gratuito que ela oferece. Confira as respostas da especialista para as cinco perguntas mais polêmicas sobre o assunto:


[na mídia] Pílula do dia seguinte: dúvidas e respostas

O que você precisa saber sobre a PDS para fazer uma escolha consciente

Em entrevista para o portal Superela, eu esclareci alguns pontos sobre a forma e o impacto do uso da pílula do dia seguinte para evitar a gravidez e porque ela não é a uma escolha para ser um método contraceptivo de uso frequente.

Por ter uma taxa super elevada de hormônios artificiais, ela oferece um impacto negativo tremendo no nosso sistema endócrino e reprodutivo, similar à da pílula anticoncepcional. Quer saber mais sobre esses impactos, leia aqui.

Ela pode ser sim uma ferramenta bastante útil, e conhecer sobre seu funcionamento é tão importante para que ela possa ser eficaz quanto saber dos efeitos colaterais diversos que ela pode provocar, às vezes por meses após seu uso. Muitas mulheres relatam ciclos irregulares, menstruação com muitos coágulos, cólicas, náusea e vômito, dores de cabeça, diarreia, entre outros sintomas.

 

É bem comum ver mulheres usando a pílula do dia seguinte sem nem ao menos saber se estavam férteis ou não naquele período, ou seja, se existia mesmo o risco de gravidez naquela relação.

 

Outra questão importante é que muitas não tem o hábito de associar métodos de prevenção, fator muito importante para aumentar as chances de eficácia da contracepção, uma vez que TODOS OS MÉTODOS TEM TAXA DE FALHA, inclusive a PDS.

Um método de barreira, como as camisinhas masculina e feminina, por exemplo, é recomendo ser sempre usada, até para pessoas que fizeram esterilização (como laqueadura de trompas e vasectomia), não apenas porque existem casos em que alguma circunstância extraordinária ou falha acontecem, como principalmente porque as camisinhas são os métodos mais disponíveis para evitar também doenças sexualmente transmissíveis.

Aprender a usar as camisinhas de forma correta e eficaz, como a sua conservação e colocação, como também saber da importância fundamental de se estar devidamente lubrificada (bora aprender como nosso corpo funciona bem como ensinar para quem fazemos sexo com qual é a hora certa e como a penetração pode acontecer da forma mais segura e prazeroza!), é algo que pode nos ajudar bastante a não ter que precisar usar a PDS. Mas esse é um papo para outro artigo :)

Se você usa pílula ou outros métodos hormonais anticoncepcionais (anel, injeção, implante, adesivo, DIU de progesterona, etc) não é recomendado o uso da PDS, uma vez que o organismo já está recebendo uma carga de hormônios artificiais alta e de forma constante.

Por isso que estou sempre falando sobre ser fundamental ter consciência a respeito da própria fertilidade e ciclo menstrual. Não apenas para saber como lidar com esses sintomas do uso de hormônios artificiais para evitar a gravidez, mas principalmente para saber lidar de forma natural com a própria fertilidade sem suprimi-la ou viver com medo dela.

Vejo muitas mulheres que pararam de usar pílula anticoncepcional, e até que conhecem e usam métodos de percepção da fertilidade que acabam fazendo uso a pílula do dia seguinte porque ainda estão presas ao paradigma de que um medicamento é a garantia da paz de espírito. Quando, na verdade, se faz necessária também uma reprogramação dessa forma de pensar, que foi programada desde muito cedo e reforçada ao longo da vida.

 

É muito menos estressante aprender a confiar no próprio corpo e nos sinais que ele nos oferece, e aprender métodos que impactam menos ou nada o funcionamento do nosso organismo, e não precisar usar a PDS simplesmente por medo, e sim por uma escolha consciente.  

 

Mas se já foi o caso de ter usado, ou de já querer ter as informações para caso precise desse medicamento, acesse aqui a entrevista e saiba mais.

Publicado em: Superela

3 dicas para um detox pós carnaval (sem dieta maluca)

Um kit integrativo de como se recuperar dos efeitos do feriadão e começar o ano de verdade se cuidando

Depois da purpurina, do confete, dos blocos e trios elétricos e desfiles, agora é oficial: o ano no Brasil pode finalmente começar. Aquelas promessas de ano novo não tem mais como se esconder atrás da desculpa de que “depois do Carnaval eu começo a sério aquela dieta ou atividade física (ou reeducação alimentar, ou tratamento, ou terapia, ou escreva aqui sua promessa de cuidar de si mesma)”.

Bom, eu vou te convidar primeiro para fazer o seguinte: antes de qualquer ação na direção de qualquer que tenha sido a promessa que você fez pra você mesma, vamos refletir algumas coisinhas importantes.

A primeira, o “efeito gangorra”, provocado pelo excesso de comidinhas e bebidinhas e a falta de sono. Isso faz com que nosso humor varie radicalmente diversas vezes durante o dia: acordamos de ressaca de tudo que comemos e bebemos na noite anterior, tentamos desesperadamente compensar o cansaço de dormir pouco com muito café e bebidas energéticas, para conseguir funcionar durante o dia.

E, quando você pensa que vai tirar um cochilo, alguma bagunça faz você entrar na folia tudo de novo. E, porque não teve tempo nem de comer direito, cai de boca nos salgadinhos e na cerveja, e fica relaxada e agitada ao mesmo tempo. Só para começar o ciclo de novo no dia seguinte.

 

Esse efeito de expansão e contração muito extremos para o corpo, mantidos por algum tempo, começam a causar consequências na forma como nossos órgãos internos funcionam e, ao final da maratona, não há ser humano que tenha energia para planejar e executar qualquer nova empreitada.

 

Tudo começa pelo excesso de bebidas alcoólicas, energéticos, refrigerantes, e até doces e sobremesas. Açúcar e álcool fazem os tecidos do corpo se expandirem, e assim temos uma imediata sensação de relaxamento. Mas, na verdade, essas substâncias provocam a liberação de grandes doses de adrenalina, o hormônio do estresse, e de insulina, o hormônio que processa a glicose no sangue.

Junte isso com o sono desregulado. Esse desequilíbrio, mantido durante esse período, faz ser quase impossível produzir serotonina suficiente, o hormônio que traz a sensação de calma e contentamento. E, assim, criamos um corpo estressado e um humor deprimido. No outro extremo, temos as comidas contrativas salgadas, como as frituras, as carnes e embutidos, queijos, salgadinhos. Ao comer em excesso esses produtos, ficamos mais tensas, facilmente irritáveis e agressivas. Já a gordura, presente em grandes quantidades em todas elas, dificulta nosso fígado a limpar as toxinas e processar os hormônios no organismo.

E assim, o círculo vicioso continua: comemos muita carne, ficamos irritáveis e criamos o desejo pelo falso efeito de relaxamento dos doces, liberando muita insulina e adrenalina, criando estresse. Continuamos a ingerir bebidas alcoólicas, criamos o desejo pelas comidas salgadas e gordurosas, que impedem a desintoxicação desse álcool por meio do fígado. No meio disso tudo, estamos exaltadas, deprimidas, aéreas, logo depois anestesiadas e agitadas, logo depois de mau humor, cansadas.

 

efeito sanfona

 

Agora pensa que isso tudo começou na verdade em dezembro! A época das festas de final de ano, que pode ter se juntado com as férias. Dá pra perceber que qualquer projeto de cuidar melhor da alimentação, do peso, do que quer que seja já começa em desvantagem? Não apenas a gente vai acumulando hábitos e crenças ao longo dos anos que fazem com que não nos sintamos bem conosco mesma, como ainda a forma que sabemos de aproveitar momentos de folga das obrigações e de diversão pode contribuir ainda mais para uma sensação de mal estar.

 

Algo que era para deixar a gente alegre, para descontrair (literalmente deixar nosso corpo num estado relaxado, não contraído), para nos ajudar a lidar com o dia a dia mais pesado, faz com que a gente volte pra rotina sem disposição, ânimo pra baixo, zero motivação.

 

Bora agora realmente começar o ano colocando você em vantagem na sua jornada de autocuidado neste ano? Aqui estão algumas dicas práticas para você começar:

1) Dá uma ajudinha pro seu fígado, coitado, ele nunca te pediu nada.

Quer dizer, ele até tá pedindo, mas tem vezes que a gente ignora ou nem percebe. Bora então ajudar o fígado a se restabelecer. Começando por oferecer alimentos que ajudam ele a se livrar dos excessos (de gordura, açúcar, álcool, e outras substâncias químicas, além dos hormônios como cortisol e estrogênio que costumam ficar doidinhos nessa situações).

O bom e velho suco verde é tão maravilhoso que desintoxica até emoções represadas dentro do nosso corpo. Toda aquela raiva, ressentimento e frustração que vamos acumulando, junto com as toxinas, vai embora do fígado com essa receita.

Bata no liquidificador com um pouco de água: salsinha, limão com casca (sem sementes e sem o miolo branco do meio), pepino (eu prefiro sem sementes), salsão/aipo (pode usar as folhas também), maçã verde (ou pera). Passe numa peneira grosa para tirar somente as fibras que incomodam mais na hora de beber. Pode fazer no juicer também (sem necessidade de acrescentar água. Uma semana em jejum logo pela manhã vai fazer maravilhas pela sua energia e disposição. Use por mais semanas, e você vai ver tudo começar a funcionar melhor: intestino, pele, humor, TPM…

 

 

2) Você pode substituir seu corpitcho desnutrido por um cheio de energia.

Um bom caldo de vegetais caseiro também faz maravilhas. Ele é um verdadeiro antídoto para os hábitos que fazem a gente perder vitaminas e minerais, como consumir cafeína, álcool, gorduras/açúcar/sal refinados, adoçantes/corantes/conservantes artificiais, etc etc.

Você pode preparar um monte, congelar, e poder ter caldo caseiro prontinho pra usar por muitas semanas pra abarrotar de nutrientes qualquer arrozinho, feijãozinho, sopinha, cozidinho ou qualquer preparação que precise de água pra cozinhar, bota o cubinho de caldo congelado e tudo fica absurdamente mais gostoso.

Eu gosto de colocar cenoura, cebola, alho poró, aipo/salsão, ervas aromáticas (salsa, tomilho, orégano, alecrim, manjericão) e algas marinhas como kombu ou wakame (tudo maravilhoso pros hormônios femininos), tudo com folha, casca, cortados em pedaços grandes só lavados pra não dar trabalho mesmo. Ferve numa panelona cheia de água por pelo menos umas 3 horas (eu faço por 8h), coa e congela as porções.

E antes que você pense que eu vou falar para você parar de comer ou beber qualquer coisa, já vou logo esclarecendo: melhor que restringir e se proibir de comer certas coisas, invista em acrescentar. Colocando pelo menos esses dois novos hábitos na sua alimentação você já ajuda demais a limpar o organismo e se livrar de toxinas e dos quilinhos a mais. Comer mais saudável não significa comer pouco e sem graça e ter a maior trabalheira.

O legal de comer um pouco diferente do que estamos acostumadas é começar a enxergar possibilidades e oportunidades onde não víamos antes. A ideia da comida de verdade ou de uma alimentação mais livre de toxinas não é restringir, e sim ampliar nosso repertório alimentar e incentivar nos aventurarmos em novos territórios. Ou seja, nossa vida ganha mais cor, sabor, textura, nutrientes.

Fazer um momento detox não precisa ser uma tortura de proibições e de passar fome. E sim um momento de abrir espaço no corpo e na mente, ampliar horizontes no cuidado da saúde e das emoções, e de muita compaixão e amor próprio.

Se for essas receitas forem feitas com ingredientes orgânicos, produzidos sem agrotóxicos e sem fertilizantes artificiais, mais poderosas ainda!

Aqui neste vídeo você pode essas e outras dicas.

 

3) Nem de esquerda nem de direita, aposte nas políticas de centro. De você mesma.

Nos sentimos fora de forma, feias, insatisfeitas, tristes, com raiva, e lá vamos nós fazer coisas que vai nos acrescentar ainda mais uma obrigação: dieta restritiva e exercício físico pesado tediosos e sacrificantes. Parece um bom plano para fazer alguma mudança que vá ficar pra valer na sua vida, e que vá te trazer resultados positivos? Acho que não, né?

Muitas dessas ações de autocuidado se baseiam nas coisas que TEMOS que mudar porque alguém nos disse que a forma que somos e agimos não está certo ou não é normal. Isso pode ter origem desde a criação que tivemos em nossa família, até a mídia e a sociedade de consumo que vivemos.

 

Então, antes de começar qualquer movimento de mudança, se pergunte:

• qual a motivação por trás deste objetivo ou meta?
• eu TENHO que fazer isso, ou eu QUERO fazer isso?
• eu realmente enxergo o benefício que esta mudança vai trazer para mim e para minha vida?

 

Outro ponto é entender a diferença entre mudança e transformação. Quando pensamos em mudança, pensamos em algo que está errado e que queremos consertar. Ou seja, uma mudança implica em você admitir para você mesmo que você estava fazendo tudo errado até então, que é uma pessoa incompetente, preguiçosa, sem disciplina, etc. Que motivação vai sobreviver a tanto estímulo negativo???

Transformar, por outro lado, implica em desapego. Primeiro você toma consciência de que aquele hábito, aquela coisa, aquele relacionamento, emprego, comportamento não mais se encaixa com a vida que você quer levar. Expresse sua gratidão por isso ter lhe servido até aqui, mas que você não precisa mais disso para viver daqui pra frente. Assim você cria espaço para algo novo acontecer.

Essa detox de deixar ir embora formatos caducos de cuidar de si mesma é a parte mais importante da história toda. É bem mais difícil cuidar de si enquanto ainda nos prendemos àquelas “verdades” antigas de que fechar a boca e malhar que nem doida é a ÚNICA FORMA de você emagrecer e se sentir mais satisfeita com seu corpo. E essa é apenas uma dessas “verdades” que nos impedem de encontrar a nossa forma de nos amarmos por inteiro, de verdade.

Falo sempre: nutrição vai muuuuuuuuuuuito além da comida. Quantas emoções e pensamentos temos para desintoxicar, não é mesmo? Já parou pra pensar que está justamente aí o porquê que até hoje você não conseguiu fazer as pazes com a comida, com o seu corpo, com o seu jeito de ser, de sentir, e viver neste mundo?

Daí a gente fica que nem num daqueles brinquedos de parque de diversões que é um pêndulo: indo de um extremo ao outro, gritando que nem uma maluca, rezando pela hora que a vida vai te tirar dali. A voz de um lado falando que você tá toda errada, nunca faz nada direito, é indisciplinada, não tem força de vontade, é uma fraca. A voz do outro lado dizendo pra enfiar o pé na jaca, que a vida foi feita para viver intensamente senão não vale a pena, vou morrer mesmo pra quê se preocupar tanto em se cuidar, se entrega pro prazer de agora e não pensa muito.

 

Enquanto que no meio, a vozinha da sua alma está ali, falando mansinha: essas vozes aí, percebe que ela são as vozes das outras pessoas te julgando, do que os outros acham que você tem e deve fazer, que elas não consideram o que verdadeiramente te importa e faz sentido pra você?

Mas só dá para ouvir essa vozinha quando a gente para um pouco, respira um pouco, olha com um pouquinho de gentileza pra dentro de si mesma, né? Essa é a detox que eu sugiro para você: a de limpar sua mente de olhar somente para fora, como se a fórmula da felicidade estivesse ali com as outras pessoas e com as suas pílulas mágicas, e voltar-se para dentro um pouquinho todo dia, usando a forma que você quiser, para você ouvir sua voz da intuição.

Ela não vai te prometer felicidade, nem soluções mágicas, nem atender seus desejos. Mas ela vai te indicar o seu próximo passo para você cultivar o seu amor próprio. Cultivar esse hábito acessar essa sua sabedoria interior vai te fazer economizar muito tempo, dinheiro, esforço, sofrimento, acredite em mim.

E pra mulher, a intuição é a chave que abre esse universo da conexão profunda consigo mesma. São essas pequenas percepções que vão cultivando a capacidade do nosso sistema nervoso de fazer conexões muito mais profundas e eficazes e fora do padrão que nos fazem enxergar e saber e agir na direção dos hábitos, oportunidades, soluções que não conseguimos acessar usando a parte julgadora e governada por nossas crenças limitantes.

Intuição é isso, usar todas as capacidades do nosso sistema nervoso (que vai muito além do cérebro) em sinergia a nosso favor. E tudo começa com escolhendo voltar-se para dentro de si mesma, um pouquinho, todo dia. Que aos poucos vamos desintoxicando as inseguranças, as dúvidas, a ansiedade, o desânimo, e aquela autoimagem que podemos ter de alguém sem valor.

E eu posso te ajudar em tudo isso se quiser. Com sua alimentação e com as suas emoções. Você pode ter meu suporte com todas essas estratégias e muitas outras. Só acessar aqui.

Publicado em: Superela

[vídeo] Pílula Anticoncepcional: como é a vida sem ela?

Para quem quer saber se existe uma vida melhor após parar de usar anticoncepcional

Adriana Souza, terapeuta floral, conta nessa entrevista que fiz com ela todos os detalhes da sua experiência com a pílula anticoncepcional, que impactou a vida dela muito antes de ela começar a usar, com sua mãe e sua irmã sofrendo consequências gravíssimas. E depois ela sofrendo com muitos efeitos colaterais durante seu uso.

Ela conta também como é muito melhor a sua vida sem hormônios artificiais, como ela se cuidar para não engravidar e para lidar com os sintomas incômodos do ciclo menstrual. E também compartilha as experiências de suas clientes que sofrem com tudo isso, e o que ela recomenda para você para resolver todos esse problemas agora!

 

 

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Pílula Anticoncepcional é assunto pra homem também!

Como chamar os caras para essa conversa importante que influencia na sua escolha de contracepcão

Menstruação, ovulação, contracepção, tudo assunto de mulher, certo? Errado. É assunto para todos os seres humanos. Até porque todo mundo é fruto dessa historinha toda, né? Então vamos lá conversar com os homens da nossa vida sobre a pílula anticoncepcional (e os outros métodos hormonais). Porém por onde começar? Como conversar?

Por dados e fatos: eles são férteis 24 horas por dia, 7 dias por semana. Ponto. Considerando que só se faz bebê com duas pessoas, a fertilidade é uma responsabilidade de ambas, correto?

Mas então por que somos nós, mulheres, as quem tem colocar hormônios inundando o nosso organismo todos os dias? Se lembrarmos o meu artigo anterior (leia ele aqui), quando eu falei que mulheres são férteis apenas 5 dias por ciclo, por que somos nós quem mais nos preocupamos com contracepção e usamos remédios que impactam muito a nossa saúde e bem-estar e causam riscos?


Pílula Anticoncepcional: usar ou não usar?

Como fazer uma escolha consciente sobre este dilema sem o medo de engravidar te atrapalhar

Nós mulheres estamos vivendo no meio de um verdadeiro dilema: usar ou não usar o anticoncepcional hormonal? A queridinha da emancipação e do empoderamento feminino, a pílula é também tem sido um dos maiores problemas causados à saúde física e mental da mulher nas últimas décadas.

A lista de efeitos colaterais cresce cada dia mais. Não estou nem falando apenas dos trágicos que vemos nos noticiários, como os casos em que a mulher sofre um AVC, câncer ou trombose. Mas também aumento do apetite, depressão e ansiedade, enxaqueca, insônia, infestação crônica de Cândida, problemas de libido, entre vários outros.


TESTE: O anticoncepcional está afetando a sua saúde e emoções?

Candidíase, dor no sexo, depressão e desânimo são possíveis efeitos colaterais

São duas normalmente as razões pelas quais as mulheres começam a usar anticoncepcionais hormonais – sejam orais (pílulas), transdérmicos (adesivos), subcutâneos (implantes), intravaginais (anel vaginal) ou intratrauterinos (dispositivos, como DIU):

  • evitar a gravidez indesejada
  • prevenir sintomas físicos, como ciclo irregular, acne, cólicas, ovários policísticos, miomas e endometriose, entre outros

No entanto, é comum que apenas os benefícios desses métodos sejam divulgados, enquanto acabamos sabendo muito pouco sobre os efeitos colaterais desses remédios.

O uso frequente de anticoncepcionais sintéticos, como esses citados acima, começam a gerar sintomas leves, que, com o tempo, podem chegar a condições mais graves e até risco de morte.

Entre os problemas físicos estão: ganho de peso ou dificuldade para emagrecer, inchaço, dores nos seios, estrias, varizes, vaginismo (dor no sexo), manchas na pele, mal-estar e até TPM. No entanto, as consequências podem ser ainda mais persistentes e até graves,como candidíase, hipertensão, distúrbios de coagulação sanguínea, trombose, AVC e ataque cardíaco, inclusive em pessoas jovens.

Infelizmente, não para por aí. Anticoncepcionais também ocasionam bloqueios emocionais e energéticos, como depressão, ansiedade, desânimo, falta de energia, perda de interesse sexual, problemas de relacionamentos e até dificuldades em atingir prosperidade e abundância na vida. Alguns desses problemas estão sinalizados nas bulas dos medicamentos, mas a grande maioria ainda é totalmente desconsiderada ou ignorada.

Neste teste, você vai conseguir perceber o verdadeiro impacto do uso do anticoncepcional hormonal na sua saúde física, no seu bem-estar e na sua vida como um todo. Vale reforçar que o teste não tem como objetivo realizar diagnósticos ou oferecer tratamento médico. Converse com seu profissional de saúde.

 

TESTE

Escolha apenas uma opção em cada pergunta, aquela que mais se aproxima de sua atitude diante de cada situação descrita. Anote suas respostas e depois confira o resultado.

1 – Sua vontade de fazer sexo está:

a) Nem me lembro que existe
b) Varia aos longos dos dias, mas anda diminuída
c) Varia, porém está sempre presente de alguma forma

2 – Na hora do sexo:

a) tenho dor na relação, dificuldades de ter prazer ou orgasmo (suspeito que seja frígida, ou que tenha vaginismo)
b) pode ser prazeroso, mas tenho certa dificuldade de me sentir lubrificada e de chegar ao clímax
c) sinto prazer e chego ao orgasmo na maioria das vezes

3 – Aquele corrimento que sai da sua vagina e gruda na calcinha:

a) É amarelado ou amarronzado, tem cheiro muito forte e coça muito
b) É esbranquiçado, aparece de vez em quando e coça às vezes
c) Varia entre não ter nada e, quando há, a consistência é de creme hidratante branquinho. Não coça

4 – A saúde da sua vagina:

a) Anda mal. Frequentemente tenho infestações de Cândida (candidíase de repetição), que nem tentando vários medicamentos resolve
b) Anda mais ou menos. De vez enquanto vem aquela coceira e ardência. Algumas vezes já tinha problemas ginecológicos e precisei tratar com creme tópico
c) Anda ok. Nunca tive nada ou já tive candidíase apenas uma vez, mas consegui tratar e não voltou mais

5 – O seu ciclo menstrual, antes de começar a usar o anticoncepcional era:

a) Problemático. Tinha amenorréia (ausência de menstruação), Síndrome dos Ovários Policísticos, Mioma, Endometriose, baixa reserva ovulatória, ou outras condições que comprometem o ciclo menstrual e a fertilidade
b) Não saberia dizer. Não tinha nenhuma condição específica diagnosticada. Menstruava normalmente, mas sempre tive muitos sintomas físicos do ciclo menstrual, como cólicas, dores de cabeça, acne e TPM. Talvez tivesse alguma dificuldade para engravidar
c) Acho que estava tudo em dia. Não tinha sintomas incômodos

6 – O seu ciclo menstrual, usando o anticoncepcional hormonal é:

a) Ainda tem um monte de sintomas chatos, iguais aos que já existiam antes de começar o uso e/ou apareceram outros sintomas e agora sofro muito com dores nas pernas, enxaquecas, problemas com excesso de peso, entre outros
b) Os sintomas que eu tinha antes de começar desapareceram ou quase não incomodam. Não tenho certeza quais outros sintomas que tenho atualmente estão relacionados ao uso do anticoncepcional. Mas noto que o sangramento é muito escuro ou cheio de coágulos, ou tenho escapes de sangramentos, mesmo fazendo uso contínuo do anticoncepcional
c) Minha vida ficou melhor depois que comecei a usar o anticoncepcional, porque tenho menos sintomas e não preciso me preocupar em engravidar sem querer. Não tenho pensado muito no impacto na minha fertilidade quando quiser parar de usar ou engravidar

7 – Meu humor anda:

a) Bem deprimido. É comum me sentir para baixo
b) Varia, mas noto uma tendência maior a estar mais desanimada
c) Varia, mas me sinto bem na maioria dos dias

8 – Meu nível de energia e disposição é:

a) Tão baixo que nem café ou chocolate melhoram
b) Médio, tenho precisado de algum incentivo para dar conta do dia
c) Anda bom na maioria dos dias

9 – Eu me sinto estressada quando:

a) Estou acordada, dormindo ou simplesmente existindo
b) Muitas coisas têm me deixado estressada e estão piorado com o passar do tempo
c) Alguma circunstância específica acontece, mas consigo lidar com isso e depois passa

10 – Percebo que estou ansiosa:

a) Na maior parte do tempo. Tenho dificuldades para dormir, inclusive
b) Em determinadas horas do dia e em certas situações. Vejo que isso tem ficado mais presente no meu dia a dia
c) Com pouca frequência. Costumo lidar bem com isso

11 – Meus relacionamentos:

a) Sofrem com minhas oscilações de humor, minha depressão, minha ansiedade, minha falta de energia, minha falta de libido. Tenho notado cada dia mais dificuldades de lidar com as pessoas da minha vida, especialmente meu par.
b) Têm sido impactados, mas venho tentando melhorar, inclusive fazendo algum tipo de terapia. Mas, às vezes, sinto que existe algo – que ainda não sei o que é – me atrapalhando
c) Têm tido alguns contratempos, mas nada fora do comum e do controle

12 – A prosperidade na minha vida se manifesta:

a) Quase nunca. Tenho tido muita dificuldade em ter dinheiro e em fazer as coisas acontecerem na minha vida. Isso me deixa muito desanimada
b) Sem muito controle. Pode vir muito dinheiro ou abundância do nada, como também vai embora da mesma forma que chegou
c) Tenho uma boa quantidade de recursos na maior parte do tempo e sinto que tenho abundância em minha vida

RESULTADOS

Veja abaixo o valor de cada opção. Depois, some as alternativas que escolheu e descubra de que maneira o anticoncepcional está afetando sua vida.

Todas as letras A – 2 pontos

Todas as letras B – 1 ponto

Todas as letras C – 0 ponto

 

DE 0 A 5 – IMPACTO BAIXO

 

O uso do anticoncepcional hormonal não tem impactado de forma significativa seu organismo e sua vida neste momento. Porém, você está começando a desenvolver alguns sintomas e sinais, que podem aumentar com o tempo de uso ou de acordo com predisposições genéticas não diagnosticadas. É possível, inclusive, que você venha a ter muitos sintomas incômodos, caso pare de usar o anticoncepcional sem acompanhamento adequado.

Por isso, comece a observar mudanças sutis na sua libido, na saúde da sua vagina, na sua TPM, no seu nível de energia, no seu humor e em outras áreas do seu corpo e da sua vida, para que possa cuidar imediatamente desses possíveis problemas e rever o uso do medicamento.

É possível usar os alimentos para cuidar do seu ciclo menstrual e do equilíbrio hormonal, como aveia; ovos orgânicos/de aves criadas soltas; folhas verde-escuras, como couve, espinafre, repolho (roxo), radicchio, entre outras. Assim, minimizará os sintomas da pílula ou da sua retirada.

DE 5 A 12 – IMPACTO MÉDIO

O uso do anticoncepcional hormonal tem impactado de forma significativa seu organismo e a sua vida neste momento. A combinação de sintomas e sinais mostram que seu corpo está começando a sucumbir aos hormônios artificiais, que estão interferindo de forma negativa:
  • no seu ciclo menstrual (pela supressão da ovulação)
  • na sua vida sexual (como vagina ressecada e dor no sexo)
  • nos seus órgãos reprodutores (como a candidíase de repetição)
  • no seu sistema endócrino (como níveis baixos de hormônios sexuais, tipo a testosterona)
  • nas suas emoções (como aumentar os níveis de estresse no organismo)
  • nos seus Chakras e equilíbrio energético (como interferir no fluxo energético no Chakra umbilical – ocasionando dificuldades sexuais, ausência de objetivos ou sentimento de impotência)

É importante que você reflita sobre a continuidade do uso do anticoncepcional e comece a estudar sobre outras opções disponíveis de contracepção e de tratamento dos sintomas que pode ter apresentado em algum momento da vida, como acne, cólica, ovário policísticos e outros.

Procure orientação especializada para lhe apoiar com estes sintomas do uso da pílula, pois eles podem piorar com o tempo de uso, bem como na sua retirada, caso escolha parar de usar. Por já ter sintomas manifestados, uma combinação de algumas ferramentas é um dos melhores caminhos para você passar a viver sem anticoncepcional, sem a sua saúde virar uma bagunça:

  • Alimentação saudável específica para este quadro, acrescentando alimentos como o açafrão-da-terra ou a cúrcuma, que apoiam a produção hormonal natural, e revendo o consumo de alimentos que interferem negativamente nessa produção, como a soja e os laticínios.
  • Orientações sobre como voltar a menstruar naturalmente e usar outros métodos contraceptivos, aprendendo métodos de percepção da fertilidade que nos ajudam a gerenciar a contracepção e nos mostram como o organismo está reagindo sem a pílula.
  • Suporte emocional para este tipo de transição.

DE 12 A 24 – IMPACTO ALTO

O uso do anticoncepcional hormonal tem impactado enormemente seu organismo e a sua vida neste momento. A combinação de sintomas e sinais mostram que seu corpo está sofrendo bastante com as dosagens de hormônios artificiais, que estão comprometendo o pleno funcionamento dos seus órgãos reprodutores e da produção de hormônios pelas glândulas, interferindo no seu organismo de forma sistêmica. O uso dos hormônios sintéticos não interferem apenas no funcionamento dos ovários, como também da tireoide, das suprarrenais, do pâncreas, do fígado, e por aí vai.

Sua libido e fertilidade podem estar comprometidas, e se faz necessária uma intervenção mais profunda para que o funcionamento possa normalizar. Bloqueios importantes estão acontecendo na sua vida emocional e nos seus Chakras, comprometendo seu equilíbrio energético como um todo. É possível que isso esteja lhe atrapalhando a acessar seu poder pessoal, manifestar abundância de dinheiro, e travando sua energia sexual e de vida.

É muito importante que comece agora mesmo a rever o uso do anticoncepcional e encontre orientação especializada para lhe apoiar em uma escolha consciente sobre descontinuar seu uso. Caso opte em parar de usar a pílula, tenha profissionais disponíveis para dar suporte na reversão dos sintomas de forma holística e integrativa. Uma abordagem que considere cuidados de corpo-mente-espírito é a mais recomendada nesses casos, devido à sua complexidade.

Os passos fundamentais nessa jornada são:

  • Começar a ter uma rotina alimentar de acordo com o ciclo menstrual e às necessidades hormonais, acrescentando alimentos como o açafrão-da-terra ou a cúrcuma, que apoiam a produção hormonal natural, e revendo o consumo de alimentos que interferem negativamente nessa produção, como a soja e os laticínios. Também é importante aprender quais alimentos usar mais em cada fase do seu ciclo menstrual.
  • Estudar e aplicar outros métodos contraceptivos não hormonais, aprendendo métodos de percepção da fertilidade que nos ajudam a gerenciar a contracepção e nos mostram como o organismo está reagindo sem a pílula.
  • Aprender a lidar com os aspectos emocionais da retirada do anticoncepcional, que exacerbam certos medos de rejeição e julgamento e mexem com nossa autoestima, por conta da possibilidade de engravidar sem querer, das espinhas e outros sintomas de aparência e de dor voltarem.
  • Resgatar o fluxo de energia feminina, energizando o segundo Chakra e acessando a natureza cíclica da mulher, que é adormecida pelos hormônios sintéticos.

Caso opte em não parar de usar anticoncepcional, fique muito atenta aos sintomas e sinais, que podem piorar ainda mais com o tempo de uso, mesmo trocando o tipo e a dosagem de hormônios artificiais.

Eu posso te ajudar com tudo isso.
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Publicado em: Personare

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