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Como sobreviver ao ghosting (quando o outro decide sumir)

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3 passos para usar a fuga do covarde do relacionamento para seu autoconhecimento

Quando as relações românticas começam, é um misto de excitação e receio, tesão e medo, alegria e desconfiança. Se existe o mínimo de pontos de contato entre a minha vida com a da outra pessoa, se o cara se mostra interessado, puxa pela mensagem de texto algumas vezes por dia, especialmente logo depois de termos ficado pela primeira vez, e a química deu certo de alguma forma, logo estou mergulhada.

Mas mergulho com tanque de oxigênio. Afinal de contas, não se estabeleceu a confiança ainda. Já levei muito tombo pra saber que não conhecemos e sabemos do que a pessoa é capaz até o primeiro perrengue aparecer. E nem precisa ser uma circunstância externa não, como problemas financeiros, outra pessoa na jogada, distância geográfica. Muitos dos perrengues aparecerem porque ele ou ela entra em crise existencial.

Normal, né? Afinal de contas, uma relação que inclui afeto e sexo vai espelhar exatamente nossas questões mais profundas e sombrias, a parte do nosso ser que mais precisa de atenção e que ignoramos ferozmente, porque dói demais tocar nisso. E aí, como lidar quando isso acontece? Por que o instinto de sobrevivência liga no piloto automático? Por que temos a reação de fuga e apertamos certos botões que, consciente ou inconscientemente, fazem o outro se cagar de medo?

Quantas vezes eu já passei pela situação em que o cara faz um efeito de vídeo fade out na relação, aos poucos vai mudando aquele comportamento super atencioso para um seco e distante, vai de fazer de tudo pra ir me encontrar para nem sequer acessar minha mensagem de texto, de fazer planos para os próximos 3 meses para desmarcar coisas na última hora.

Ou simplesmente fazer o Ghosting, desaparecer como alma penada sem dar a menor satisfação, e deixar a outra pessoa com a maior cara de interrogação do universo, pois nada parecia indicar que a pessoa estava insatisfeita com a relação ou com ela mesma na relação. Aparentemente, isso ficou pop depois que a Charlize Theron vestiu a fantasia de fantasminha e botou o lençol na cabeça, largando o noivo Sean Penn sem dar satisfação pra ninguém.

Não dá pra gente se proteger de quebrar a cara espetacularmente, mas é possível ler certos sinais e cuidar da qualidade de nossos pensamentos e emoções numa história (tão comum) como essa.

Confira os 3 passos na matéria completa em: Superela

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