Crenças que limitam a experiência do corpo feminino

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Eu era uma mulher que odiava meu próprio corpo. Desde criança, o desconforto começou por ser magra demais e branca demais, depois na adolescência por ter muita acne e não ter seios nem quadris, e finalmente por ter que menstruar e sofrer.

No final das contas, eu detestava por não parecer mulher e, ao mesmo tempo, por ser mulher. Não ter o corpo com curvas que caracteriza o feminino, e ter que encarar a cada mês o sofrimento por ter um corpo de mulher.

Hoje, minha jornada para me reconectar com minha essência feminina passa não apenas por reconhecer e admirar a beleza do meu corpo feminino, e por curar meu ciclo menstrual, mas principalmente por tomar consciência de como minha mente funciona neste processo.

Uma das ferramentas que mais me ajudam são afirmações. Louise Hay, a pioneira e uma das maiores referências sobre esta conexão entre crenças limitantes e doenças do corpo-mente-espírito, em seu clássico livro “Você pode curar sua vida”, explica o porque de tantas mulheres sofrerem os sintomas que sofrem por não aceitarem o próprio corpo e o fato de serem mulheres.

Em nossa sociedade patriarcal, é muito comum termos mulheres que começam a se comportar como homens como forma de sobreviver ou ter sucesso. Por outro lado, há mulheres que se fecham em aspectos doentios do feminino como submissão e anulação extremas. E desta forma, ao longo dos anos, vão desenvolvendo TPM, miomas, câncer nos órgãos reprodutivos, entre outros sintomas e condições.

Para mim foi uma libertação entender as origens emocionais do meu ovário policístico, das minhas cólicas, da minha acne. Assim, entendo agora que esses sintomas são a forma do meu corpo me passar uma mensagem de que algo está atrapalhando o caminho do meu verdadeiro ser.

A TPM, por exemplo é a manifestação da nossa rejeição dos processos femininos, de darmos poder para as influências externas a nós (opinião alheia), permitindo que a confusão reine. A afirmação que cura estas crenças limitantes é:

“Eu agora tomo o controle da minha mente e da minha vida. Eu sou uma mulher poderosa e dinâmica. Cada parte do meu corpo funciona perfeitamente. Eu me amo.”

Você pode usar essas afirmações durante a meditação, quando percebe a manifestação de algum sintoma, durante uma massagem, ou até mesmo parando no meio do dia para respirar profundamente e dar atenção a si mesma, repetindo-a com freqüência, deixando escrito em lugares que visualize diversas vezes por dia.

Tomando consciência das suas crenças limitantes, transformando-as para crenças que alavancam você para a vida que deseja para si, certamente você viverá feliz em seu corpo de mulher.

Fonte: Yogaway Blog

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