Minha semana louca por carboidratos

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Ontem conversando com o James, durante nossa sessão, falei para ele sobre meu desejo quase incontrolável por pães e doces nos últimos dias, e que eu não estava entendendo o porquê.
Chegamos a conclupãosão de que eu estava gastando muito mais energia que antes, quando estava levando uma vida mais paradinha. Também pudera, comecei a fazer um curso de formação para professores de yoga essa semana, e ele é um intensivo: 1 mês, 5 dias por semana, de 9 da manhã às 3 da tarde. Além disso, trabalho nesse blog todo dia, estou fazendo um curso de Liderança e Autoexpressão, e ainda estudando Nutrição todo santo dia ( o que já dá fome só de falar 🙂 ). Fora cuidar da casa, fazer compras e todas as coisas que uma pessoa qualquer tem que fazer.
Percebi que teria que começar a comer mais. Mas não qualquer coisa. Se continuasse a ‘alimentar’ esse desejo por energia rápida, ele poderia rapidamente se transformar num vício. A solução foi aumentar a ingestão de proteínas e comer mais vezes por dia. Muito grão integral, muita leguminosa, e comer de 3 em 3 horas, e, voilá, não sinto falta do docinho e do pão. bolo
Outro dia, vi na internet uma dica para as formiguinhas de plantão que querem começar a diminuir a ingestão de açúcar e doces: óleo de linhaça. Duas colheres por dia, cheias de omega-3, parecem dar conta do recado. Segundo o médico do artigo, a necessidade por doce é um grito do organismo pedindo nutrientes.
Como é com você? Você tem esse desejo incontrolável por doces? Não consegue viver sem açúcar, ou sem pão branco? Conte pra nós.

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  1. Tato Barbosa

    Cada vez fica melhor saber o quanto você está produzindo e se inspirando nessa cidade. Fiquei particularmente feliz quando vi que, além de culinária saudável e balanceada, a yoga também é comum entre nós dois, embora eu apenas esteja começando.

    Quanto a sua dieta adaptada recente, achei sua solução prática, podendo ser bem variada e fácil de por em ação, sem atrapalhar o andamento corrido do dia.
    Os doces nunca fizeram parte da minha vida então eu não entendo muito bem esse desejo. A minha namorada, por exemplo, não pode nem ouvir falar de Petit Gâteau que começa a ficar com o olhar perdido.
    Já os pães eu não consigo, nem quero, viver sem. Acho que essa paixão vem até do prazer de juntar o trigo com a mão e ficar olhando através da porta do forno a cor aparecer. Ontem mesmo saí da Forneria Don Camaleone de madrugada, feliz da vida com minha habilidade em manusear o cardápio.

    Desde que desisti do álcool e da carne vermelha a minha única tentação são as massas, especialmente o pão.
    Procuro contrabalancear com guloseimas leves, usando muitas cores e texturas (espinafre, beterraba, gãos) e escolhendo o horário adequado pra fazê-los e comê-los. Afinal, ninguém merece ficar esperando uma massa crescer e depois descobrir que já é tarde da noite para se fartar adequadamente.

    Espero ler mais sobre sua fome bem bacana de aprender. Beijo e lembre-se de Vila Velha.

    • Tato, seja muito bem vindo sempre! Acho que realmente é uma questão de equilíbrio e compensações. Incluir vegetais naquele macarrão esperto ou naquele sanduíche feito com um pão fresquinho é sempre uma ótima opção (minha boca acabou de encher d’água 🙂 ). Quanto ao desejo por Petit Gateau da sua namorada, vou conseguir a receita de um brownie de chocolate com gengibre que o chef que trabalha no estúdio de yoga fez hoje e estava divino.
      Volte sempre. Agradecemos a preferência e as experiências trocadas!
      Um beijo!

  2. Carla Brunoro

    Ei Mel,
    Sabe que tenho muito isso. Tem dias que chego em casa, principalmente a noite, e a compulsão por algo doce me enlouquece. Me sinto como um viciado tendo uma crise de abstinência. Uma loucura! Fico nervosa e irritada. Não sei se por ter uma dieta com restrições ao açucar, essas “crises” se tornam comuns.

    bjs

    • Ei Carlinha!!! Estava esperando sua visita :). Eu me reconheço muito na sua descrição, pois tinha essa fissura louca quando estava triste ou com TPM. Vai lá na sessão Lista de Compras e veja as opções em Vegetais Doces de como incrementar sua dieta com algo doce para diminuir essas vontade incontroláveis. O texto do James também pode ajudar. É só clicar nos links que coloquei aqui no comentário. E volte aqui para falar como foi experimentar essas dicas!
      Beijão

  3. milenamb

    Oi Mel,
    Eu assumo que nao vivo sem pao… de jeito nenhum. Ate prefiro integral mas mesmo assim acho que poderia cortar um pouquinho.
    Olha, meu namorado eh professor de yoga (nas horas vagas por que agora quase nao tem tempo pras aulas), depois podemos marcar um encontrinho. Ja que ate agora nao conseguimos ne?
    beijinhos
    Milena

    • Ei Milena, que bom que pelo menos nos encontramos por aqui :). Pão para mim é quase o ar que eu respiro hehehehe. Se deixar como toda hora, mas reservo somente a parte da manhã para comê-lo, e tento não comer todos os dias seguidos. Que legal que seu namorado é professor de yoga, gostaria muito de conhecê-lo para trocar umas idéias, já que estou em treinamento. E a gente se encontrar para trocar umas sobre essa cidade sensacional 🙂
      Bjs

  4. Luciana Marinho

    Olá,

    Tive que me pronunciar a respeito, por ter muita culpa nesse cartório!! Sou formiga assumida e é justamente nos doces e carboidratos onde fica o meu ponto fraco.

    Principalmente após o almoço e de tarde sinto uma vontade incontrolável de doces! Parece até que é caso de vida ou morte, tem que comer um docinho, rs.

    Aí contabilizo este “deslize” na consciência e fico me vigiando para a próxima vez. Se comi muito, como menos na próxima vez.

    Também tento enganar um pouco com a ingestão de chás….Algumas vezes tem ajudado e diminuído a vontade.

    • Legal essa dica do chá, Lu. Tem uns que tenho tomado que tem um gosto bem docinho e ajuda a saciar a vontade desse gostinho na boca. Acho que você tocou num ponto bacana: você ficar consciente dos seus atos, e fazer escolhas. Sucumbir ao desejo ou primar pela saúde? Tudo é questão de equilíbrio. Afinal de contas, um docinho de vez em quando bota um sorriso no rosto, e isso faz um bem danado para a saúde 🙂

  5. Sandra

    É … o carboidrato em forma de massas está muito presente em nossa alimentação.

    Apaixonadíssima pelo pãozinho francês da Pão&Cia, um dia resolvi trocar a farinha de trigo branca pela integral. E tive uma grande surpresa: não senti mais falta do pão branco e minha barriga deixou de ficar estufada, o que acontecia quando comia o pão branco.

    Apesar de não ser grande fã do macarrão, voltei a comê-lo
    quando Melissa passou a fazer umas receitas maravilhosas
    aqui em casa. Mas, infelizmente, a digestão não era muito
    boa e comia mais o recheio que a massa. Para minha
    felicidade encontrei um macarrão feito de quinua e arroz orgânicos e …. surpresa …… ele caiu como uma luva. A digestão funcionou muito bem.

    Agora posso fazer as receitas deliciosas q aprendi com a Melissa e passar um dia feliz.
    Bjão minha filha!

    • Ei Mãezinha, ontem eu fiz um macarrão de quinoa e milho que comprei na Co-op e achei muito bom. Decidi que agora em dezembro vou fazer a experiência de passar uma semana sem comer glutén pra ver a reação do meu corpo a ele (espero que somente de felicidade hehehehehe). É bom saber que temos opções disponíveis hoje em dia.
      Adorei seu comentário, é uma dica muito bacana. Bjs

  6. Cátia

    Nossa! Esse assunto rende! rs rs rs…muitas formigas no pedaço!
    Pois é, Mel. Eu ainda estou naquela experiência de cortar o açúcar. Preciso dizer que está muito difícil, mas estou tentando. O problema é que parece um vício (e é!). Eu não sou a favor de ser radical com alimentação, mas com o açúcar eu preciso ser. Infelizmente! Vamos ver se um dia eu aprendo a ser mais controlada! rs rs rs
    Vou continuar tentando esta experiência e vou seguir suas dicas.
    Beijão!
    Cátia

    • Oi Catita, aqui é o espaço para dividir essas suas angústias hehehehehe. Seja gentil consigo mesma e persista: caiu na tentação, comece de novo. Fazendo alterações, incluindo outros alimentos, pode ser o caminho para deixar o açúcar de lado sem traumas 🙂 Bjs

  7. Cássio

    Isso aqui está parecendo um formigueiro!!! E eu faço parte dele desde sempre… Mas por incrível que pareça com a idade a compulsão frequente para doces deu uma diminuída. Contudo ainda se faz presente… No entanto acho que devemos avaliar em nós mesmos o quanto e se isso está fazendo mal para a gente seja por sensação como relatou a mamãe Sandra ou até por exames médicos. Eu não tenho o objetivo de deixá-los, mas não gosto de ser escravo dos mesmos e das massas também. Gostaria de ter mais autonomias nas minhas escolhas e não sair desesperadamente caçando alguma massa, doce ou no biscoito recheados Bono!!!
    Sei que tenho que realizar mais refeições por dia para evitar isso, o que se transformará no meu delicioso Ano Novo!!!
    Abraços

    • Irmão, que bom você por aqui! Gosto dessa idéia de que não temos que nos tornar escravos das coisas, o que nos leva a perceber que o açúcar é mesmo um vício! Você acha que existe um componente psicológico por trás dessa compulsão? Dê-nos sua palavra de Psicólogo!
      Bjs

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