Coaching de Saúde Integrativa

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Existe cura para nossos medos?

Nossos medos são profecias autorrealizáveis? Vivemos boa parte do tempo em sofrimento do que pode vir a acontecer.

Quanta energia a gente gasta a cada minuto no sofrimento do que pode vir a acontecer? O quanto deixamos de viver porque estamos na expectativa da próxima vez que vamos ser machucadas, humilhadas, fudidas pela vida? O quanto somos governadas, em boa parte, pela expectativa que a dor passada vai nos capturar no futuro novamente, de que a vida vai nos pregar algum truque cruel?…

[na mídia] Transformações à mesa

O que ganhamos quando nos abrimos para repensar a nossa maneira de comprar, cozinhar e partilhar o alimento

Confira a matéria da revista Vida Simples, edição especial, onde falo de como usar a cozinha como demonstração de amor próprio e pelas pessoas de nossas vidas. Muito feliz em ver os conceitos da Dieta do Coma Mais e do Ame-se por Inteiro mostrado para milhares de leitores.

Junto comigo nesta da matéria, a nutricoach Sophie Deram, falando de alimentação consciente sem restrições, e seu maravilhoso livro O peso das dietas (que sempre recomendo para minhas clientes).

Na edição de regular de julho, meu curso Cozinha prática e saudável para o dia a dia foi que ganhou destaque, junto com a parceirona Mônica Souza, do Cozinha Consciente.


O segredo para se ter mais energia

Como ter mais disposição sem precisar mudar a alimentação ou a atividade física

Não há truques. Não é nada que você tenha que adquirir, aprender ou se proibir de fazer. Quando eu li o conteúdo mais abaixo, fiquei tão impressionada com a simplicidade, que tive que compartilhar com vocês na íntegra esse texto que a Elizabeth Gilbert compartilhou em seu Facebook recentemente.

Eu comecei a me observar ainda mais sobre isso desde então. Em muitos dias eu não consigo, e percebo claramente o quanto o meu nível de energia muda, não importando quão bem eu me alimentei ou se pratiquei meu Aikido, ou quanto eu dormi.

Espero que também faça sentido para vocês. Com a palavra, Liz Gilbert:

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“Queridas,

Minha vida inteira, eu me defini como uma pessoa com baixo nível de energia. Por anos, eu diria que eu me extenuava facilmente, e que eu sempre precisava de cerca de 10 horas de sono por dia para conseguir lidar com as coisas (8 horas é o mínimo, mas 10 é o ideal). Eu diria que eu sou suscetível a qualquer gripe e vírus existente, e que, em uma viagem na estrada, eu seria com certeza a primeira pessoa a ficar doente. Numa caminhada, eu seria a primeira pessoa a desistir. Eu sempre fui alguém que caia no sono no cinema, na aula, em bancos de parque. Eu era conhecida como a pessoa que ia visitar pessoas em seus escritórios e perguntava se havia uma salinha em algum lugar para eu tirar uma soneca.

Mas tudo isso mudou nos últimos anos. Eu agora tenho 46 e tenho mais energia que em qualquer outro momento da vida. Eu finalmente descobrir o que é (para mim, pelo menos) o segredo para se ter mais energia. E não é um suplemento, uma bebida, uma dieta, ou um novo revolucionário exercício físico.

É muito mais simples que isso.

Eis o que eu percebi: se eu quero mais energia, eu não preciso buscar lá fora mais energia de alguma fonte externa. Eu apenas preciso parar de gastar a energia que eu já tenho em merdas estúpidas.

Por boa parte da minha vida, a razão pela qual eu era tão letárgica foi porque eu estava derramando minha energia em vários buracos negros emocionais externos. Esses buracos negros incluíam: laços de relacionamentos românticos ruins; términos desagradáveis e encontros sexuais desesperados; amizades co-dependentes ou tóxicas ou exaustivas; o ingrato trabalho de tentar agradar pessoas que não podem ser agradadas; o igualmente ingrato trabalho de tentar salvar pessoas que não querem realmente ser salvas; o TOTALMENTE ingrato trabalho de tentar fazer alguém me amar que não quer me amar; envolver-me nas questões de outras pessoas que não são minhas; tentar fingir que eu sou alguém que não sou; gastar dinheiro com coisas que eu realmente não queria ou precisava na tentativa de me consolar pelo último show de horrores emocional; comprometer-me com tarefas (por culpa ou obrigação) que eu nunca estive equipada para fazer ou seria boa nisso; negar meu autocuidado por causa de um baixo senso de valor próprio; desgastar-me cavando fundo no poços onde enterro minhas patologias ao invés de curá-las…

Existiam mais buracos negros, mas esta é uma boa lista para começar.

Algum item soa familiar?

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Todas essas coisas tiram energia. Toneladas de energia. Tanta energia que, claro, no final de cada dia eu não tinha nada sobrando para mim. (De fato, eu comumente COMEÇAVA cada dia com nada sobrando para mim.)

Então, eu andei por uns anos dizendo, “Cara, eu tenho um nível de energia tão baixo! Talvez eu devesse comer mais linhaça ou outra coisa?”.

Não.

Não é sobre linhaça. (Se bem que linhaça é ótima, não me entenda mal. Mas não é sobre linhaça.)

A verdade é, como eu aprendi nos últimos anos, que eu na verdade tenho TONELADAS de energia. Eu sou uma pessoa que nasceu para estar pegando fogo na vida. Mas a razão pela qual eu estive tão exausta até muito recentemente era porque eu gastava grande parte da minha vida deixando minha energia escorrer (vazar muito, na verdade) nos lugares errados. Se você desperdiçasse energia como eu desperdiçava energia, você também estaria sem muito rapidamente. Para mim, dizer “Nossa, eu simplesmente não tenho energia suficiente!” é como o Mike Tyson dizer, quando ele encarou a falência depois de gastar toda sua fortuna de 400 milhões de dólares: “Nossa, eu simplesmente não ganho dinheiro o suficiente!”.

Não, Mike Tyson. Você não foi a falência porque você não ganhava dinheiro o suficiente. Você faliu porque comprou 10 mansões, 100 carros luxuosos, uma banheira de ouro, e TRÊS TIGRES ALBINOS!

E não, Liz Gilbert, você não está cansada porque você não tem energia o suficiente, ou porque você não bebe água o suficiente. Você está cansada porque VOCÊ TROCOU CADA MOLÉCULA DE ENERGIA QUE VOCÊ TEM POR DRAMA E TRAUMA.

Relacionamentos interpessoais cagados eram meus tigres albinos, galera. Amizades tóxicas eram minhas banheiras de ouro. Tentar agradar as pessoas, mudar, seduzir, ou consertar cada pessoa que eu conhecia eram meus 100 carros luxuosos. Tudo me fez sangrar até secar.

A transformação para mim veio quando eu comecei a me perguntar “Para onde a minha energia está indo?”, ao invés de me perguntar “Como eu posso ter mais energia?”.

Quando eu vi onde a minha energia estava indo, eu decidi que eu não queria que ela fosse mais para essas coisas – e foi quando tudo começou a mudar pra mim. Eu percebi que eu tinha criado minha vida muito grande, muito louca, muito sem controle. E não conseguia sentir a magnitude da minha própria energia até eu aprender a criar limites. Ou como me retirar dos dramas de outras pessoas. Ou como parar de inventar meus próprios dramas, da forma como crianças que brincam de forma descuidada com fósforos eventualmente vão queimar alguma coisa. Ou como parar de fingir estar feliz quando eu não estou. Ou como aceitar o fato de que a única pessoa que eu posso mudar é a mim mesma (e mesmo assim – MUITO POUCO!). Ou como sair de uma situação de “Eu te resgato se você me resgatar!”. Ou como aprender a parar de falar ” Sim, claro!” quando o que eu realmente queria dizer era “Não mesmo!”. Ou como medir minha amizade não por quantos “amigos” eu tenho, mas quão profundo e verdadeiro o amor é com um número pequenino de pessoas com as quais eu possa verdadeiramente confiar a minha vida. Ou como aprender a perdoar a mim mesma e outras pessoas, se sacudir, e ir em frente.

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Eu escrevo esta mensagem para você nesta manhã, logo depois de vir de uma corrida de 10 km. Minha versão de 30 anos não conseguiria correr nem 10 metros, porque ela estava tão cansada, desgastada, exausta, dizimada, dolorida e esgotada. Mas meu dia está apenas começando, e eu estou empolgada com tudo que há para fazer. Vou trabalhar em um novo livro hoje. Vou conversar com minha galera. Vou me ajoelhar em algum momento e rezar. Vou cozinhar um belo jantar hoje de noite. Vou rir com meu marido.

De repente, não há horas suficientes no dia para tudo que eu quero ser, tudo que eu quero fazer, e para o pequenino grupo de pessoas que eu verdadeiramente amo com todo o meu coração.

A vida é menos que costumava ser para mim, mas tão, tão TÃO maior.

Então, claro… agora eu tenho que perguntar para você: Para onde a sua energia está indo? O que é seu tigre albino? O que você pode abrir mão, para ganhar acesso ao poder que já existe dentro de você?”

Imagens: seedling.com/markhowelllive.com/wmich.edu/healthyandfitover40

Receita de Omelete de Aspargos

Uma refeição completa saudável feita em apenas uma panela

Para um almoço ou jantar rápido em 15 minutos, sujando pouquíssima louça, e muito nutritiva, minha solução para isso sempre passa pelos ovos e vegetais orgânicos.

Omelete tem gosto de infância para mim. Ela aparecia no almoço em algum dia que a carne estava faltando no congelador, ou que a criatividade faltava para mamãe na cozinha. Era apenas ovos batidos, ou com queijo.

Mais tarde, quando aprendi que ovos são uma excelente fonte de nutrientes, principalmente os produzidos por aves criadas soltas e felizes, que ciscam livremente, e por isso comem bichinhos que enriquecem suas gemas com gorduras, vitaminas e minerais essenciais para nossa saúde.

Acrescentamos aí mais alguns dos ingredientes da nossa Dieta do Coma Mais, como uma opção de folha verde-escura, uma raiz, um vegetal rico em fibras e propriedades benéficas para a saúde, e sazonal como o aspargo e o alho-poró (típicos da primavera), e temos um prato completo, que inclusive vai incentivar nossa fertilidade e harmonia hormonal feminina, acalmar a TPM, e regular nosso peso e humor.

Omelete de Aspargos

Tempo de preparo: 5 minutos | Tempo de cozimento: até 10 minutos | Serve: 1 a 2 pessoas

Ingredientes

2 ovos
1/2 xícara de aspargos picados (mantenha as pontas inteiras)
1/2 alho-poró médio picado
1 cenoura pequena picada em cubos
1 xícara de folhas de espinafre
azeite de oliva
sal não refinado
pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Em uma frigideira pequena (antiaderente, caso queira retirar a omelete inteira), refogue em fogo médio os vegetais picados em um pouco de azeite, até que fiquem al dente, temperando a gosto com sal e pimenta.
Em uma tigela de aço inox ou vidro, quebre os ovos, colocando apenas as claras, separando as gemas em outra tigelinha. Acrescente uma pitada de sal. Com um fuê (batedor), bata as claras em neve, mas deixando ainda meio líquidas. Misture com as gemas, e despeje de forma homogênea sobre os vegetais. Abaixe o fogo, e tampe a frigideira, para que o vapor cozinhe os ovos, por cerca de 7 a 10 minutos, até dourar embaixo e cozinhar o meio.
Retire a omelete com cuidado para deixá-la inteira, ou parta em 4 quartos. Você pode comé-la assim, ou servir com uma salada, arroz integral ou quinoa.


Como ser emotiva pode ser uma excelente característica

2 truques para usar as mudanças de humor como aliadas para uma vida melhor

“Não chora”. “Você está de TPM”? “Sua descontrolada”! “Por que você está tão irritada”? e tantas outras frases que ouvimos de novo e novo, inclusive que nós desferimos sobre nós mesmas e outras mulheres. Por que será que nossas mudanças de humor e emoções a flor da pele incomodam tanto?

Até bem pouco tempo atrás, eu pensava que tinha alguma coisa de muito errado comigo por ser assim. Passei boa parte da minha vida tentando consertar esse “defeito”: sentir demais e não conseguir me conter de deixar isso à mostra.

Lutava com todas as minhas forças para não sentir. E mesmo assim sentia. Lutava mais ainda para não demonstrar. E acabava demonstrando. Lutava com meus últimos recursos para não perder o controle, e me encontrava totalmente a mercê das minhas emoções. Depois era catar os caquinhos, rezar para que as pessoas atingidas pelo meu furacão emocional ainda gostassem de mim e me respeitassem, e fazer de tudo para que a situação não se repetisse. Só que, tudo acontecia novamente. O tempo inteiro.

E não escolhia lugar nem hora. No trabalho, volta e meia estava eu chorando por alguma frustração ou indignação. E não importava quão durona e competente eu poderia ser comandando reuniões que chegavam a 20 homens em uma sala + euzinha com vinte-e-alguma-coisa anos. Tudo ia por água abaixo, literalmente por meio das minhas lágrimas que volta e meia teimavam em acabar com minha reputação.

Eu sinceramente achava que isso era uma falha de caráter, que eu tinha algum defeito fisiológico que me impedia de ter emoções estáveis todos os dias do mês, e quando alguma coisa me provocasse alguma reação mais forte, eu deveria estar em pleno controle da situação, ser cool, fina, blasé, e conduzir tudo como se nenhum fio do meu cabelo fosse mexido pelo vento.

Daí me dei conta: sim, a sociedade como funciona hoje (e há muitos milênios) faz sim a gente acreditar que ter uma mente e um corpo de mulher é um defeito fisiológico que precisa ser consertado, simplesmente porque eles funcionam em ciclos e são governados por hormônios e energias que nos oferecem uma experiência humana nada linear.

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Estudando muito sobre o assunto, vou percebendo cada vez mais que acolher e aprender a usar essas nossas flutuações de humor são uma das chaves mais fundamentais para nossa saúde física, para usar nossas emoções a favor do que desejamos na vida, e para nos amarmos por inteiro.

Segundo a Dr Julie Holland, os estados emocionais flutuantes são, na verdade, uma adaptação evolutiva saudável da nossa biologia humana. Isso foi confirmado por cientistas que publicaram resultados de uma pesquisa no Trends in Cognitive Sciences, que argumentam que essa é uma característica que nos deixa mais aptas a nos adaptar mais facilmente a mudanças ambientais e circunstanciais.

Ou seja, esse nosso superpoder de percepção e julgamento do nosso entorno sempre foi tachado de irracional e desvantajoso, impedindo a gente de, muitas vezes, lidar melhor com as situações nas relações humanas, desenvolver habilidades que poderiam nos trazer vantagens competitivas no mercado de trabalho, e ainda avaliar melhor oportunidade de crescimento pessoal. No final das contas, nossos “arroubos” emocionais são excelentes pistas para conhecermos melhor a nós mesmas, aos outros e ao nosso ambiente.

Existem dois truques aí para ficarmos atentas:

  • O primeiro é saber que (ainda infelizmente) seremos sim julgadas por grande parte das pessoas ao nosso redor por sentir e demonstrar o que sentimos.
    Temos que ter completa consciência disso, e já antever que essas pessoas provavelmente não vão nos compreender ou até vão nos criticar por sermos assim. Por diversos motivos, seja porque elas nunca se deram permissão de demonstrar os próprio sentimos, seja porque ela não opera dessa forma no mundo, seja porque o ambiente censura esse tipo de expressão emocional, e por aí vai.
    O lance aqui é você começar por se sentir confortável em expressar para si mesma sua emoções, e conhecer-se tão intimamente que você já sabe como vai reagir diante de certo botões que são apertados pelos outros ou pelas circunstâncias.
    Eu, por exemplo, sei que sempre  choro com qualquer coisa que me provoca emoções mais fortes, sejam boas ou ruins. Ouço com frequência alguém me falando “não chora”, “não fica triste”, “desculpa, não queria te provocar isso”, ou a pessoa ficar muito desconfortável na minha frente, e me julgar de fraca.
    Antes eu tentava engolir o choro, ou me descontrolava e chorava ainda mais, e sempre me sentia mal por ter chorado na frente de alguém. Hoje, eu choro até na minhas palestras (não importa qual fase do ciclo menstrual eu esteja)! Eu ensino para as pessoas como eu funciono, e que isso é uma característica minha que me faz estar muito mais presente para o que me importa, e que expressá-la exatamente no momento que ela se manifesta faz com que eu me desvencilhe dessa flutuação emocional mais fácil e rapidamente.


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  • O segundo é admitir que, como seres humanos, e principalmente mulheres, nós sentimos.
    Isso faz parte de nossa natureza, ter raiva, tristeza, ansiedade, no minutos seguinte esta sorridente, alegre, animada, e por aí vai. O passo um é ficar confortável em assumir esses sentimentos, e não desmerecê-los ou ignorá-los. O passo dois é desapegar deles.
    O fato de ter sentido o que sentimos não significa que precisamos nos agarrar a esse sentimento como carrapatos, sugando até a última gota dessa onda emocional como justificativa para não agir, ou para manipular alguém a se comportar de determinada forma conosco, ou ainda para impedir nosso crescimento pessoal.
    Sentir uma emoção, como eu disse acima neste texto, nos dá pistas valiosas do que está acontecendo no nosso universo interior. E a partir dessas pistas, entender o que exatamente disparou aquele emoção, refletir sobre quando foi que aprendemos a reagir dessa forma quando detectamos esse determinado gatilho, e escolhendo parar por um momento para integrar esse efeito dominó emocional, e perceber que pecinha podemos mexer para passar a ficar mais confortável nessas situações desconfortáveis.
    E assim, ao invés de ficar tentando estar no controle, ganhamos algo melhor: autoconsciência. Que consiste em não em ser perfeita, acima do bem e do mal, incólume às emoções, e sim, a dar as mãos para caminhar junto com elas, e assim viver menos o peso dos julgamentos, das censuras, prisão dos estados emocionais, e mais a liberdade e leveza que tanto buscamos no nosso dia a dia.
    Várias clientes minhas viram suas vidas e relacionamentos mudarem completamente quando passaram a observar e aceitar mais as emoções que vinham constantemente à superfície. E, por exemplo, a se permitir sentir raiva e expressá-la, a falar mais como se sentem e não ligar mais para que os outros pensam sobre isso.
    Uma delas até tomou coragem para expressar algumas coisas engasgadas para a família do marido que a incomodavam, e depois disso, se sentiu tão mais dona de suas emoções, que a relação com eles ficou mais leve, saudável e com muito menos atritos. Hoje, ela sabe quais os botões que eles apertam, e ela aprendeu a se preservar, e a não desvalorizar suas emoções, e sim usá-las para detectar quando é hora de dar um tempo, ou usar alguma das ferramentas que aprendeu para lidar com esse tipo de situação desconfortável.

E de descontroladas, escravas de nossas emoções, nos tornamos empoderadas por essas mesmas emoções, que de inimigas, se tornam nossas maiores aliadas para alcançarmos a qualidade dos relacionamentos pessoais que almejamos, a satisfação no trabalho que fazemos, a saúde física e o corpo que buscamos, a autoestima e o senso de realização que sonhamos.

Imagens: bigthink.com/thoughtpursuits.com/sereniti.ro

Receita de Biscoito “tipo goiabinha”

Sabor de infância em preparo simples de fazer que usa ingredientes naturais.

Mais uma contribuição aqui para o blog, dessa vez de uma das clientes do pacote de coaching em grupo Petisco do Sistema Ame-se por Inteiro. A Gaby Colenzio está arrasando no programa, sempre postando os pratos que prepara em casa, colocando em prática a Dieta do Coma Mais (já ouviu a aula gratuita?). Essa metodologia consiste em simplesmente em acrescentar mais comida de verdade no dia a dia, sem ficar presa a proibições e restrições, buscando o prazer na hora de comer sem muito esforço.

Fiz algumas adaptações em sua receita original, inclusive para ela ficar ainda mais com cara daquele famoso biscoito “tipo goiabinha”, que eu tanto amava na infância. Quando vi a foto dos biscoitos lembrei na hora! A receita da Gaby usa maçã no recheio, mas facilmente podemos usar a goiaba vermelha para remeter ao conhecido biscoito.


3 segredos para ter uma vida plena

Coragem, vulnerabilidade e fome: as lições de vida de Frida Kahlo

Frida Kahlo era simplesmente uma pessoa de quem ouvi falar na aula de artes na universidade. E aí que eu a conheci mais de perto e ela tirou meu coração do peito e deixou minha mente de pernas pro ar. Fui em uma exposição com algumas de suas obras. Minha amiga que me acompanhava me contou algumas passagens da vida dela. E resolvi assistir o filme que já estava lá na minha lista de streaming fazia tempo. E comecei a conversar com um amigo sobre ela.

É comum eu ir em alguma exibição de arte, assistir um filme e ter conversas que me instigam e inspiram muitos questionamentos, e por dias eu ficar incomodada com aquilo. Mas dessa vez foi diferente. Vieram respostas.

O que mais me tocou nisso tudo foram três coisas:

a coragem de fazer sua voz ser ouvida, a vulnerabilidade de acessar e mostrar as emoções mais profundas, e a fome de viver.


Receita de sopa de mandioquinha (batata baroa)

Receita exclusiva da Chef Priscilla Herrera do Restaurante Banana Verde – SP

Eu particularmente não gostava de mandioquinha, que na minha terra se chama batata baroa. Até que um belo dia fui jantar num dos meus restaurantes favoritos em São Paulo, de culinária vegetariana/vegana, e me deparei com essa sopa que foi um deleite servido numa panelinha de barro preparado com carinho pela Pri, que generosamente me permitiu compartilhar os segredinhos dela para vocês.

As raízes e partes das plantas que crescem embaixo ou rente a terra são ótimas opções para trazer energia estável, acalmar o corpo e mente estressados, e regular os hormônios. Juntamente com a quinoa, essa fica uma opção que sacia e ao mesmo tempo fica leve.


Receita de Óleo de Coco caseiro

Faça você mesma usando o coco seco e economize.

Durante a transmissão ao vivo do meu curso online Cozinha Prática e Saudável para o dia a dia, me perguntaram se eu conhecia a receita para fazer óleo de coco em casa. Eu estou falando aqui no blog muitas vezes sobre os benefícios desse alimento. Mas eu nunca antes havia pensado que se poderia produzir o próprio em casa a partir do coco seco.

Eis que duas alunas do curso prontamente enviaram suas receitas e compartilho aqui com vocês. Muito obrigada Isa Da Anunciação Silva e Kamila Oliveira por suas contribuições.


Porque a fome deve virar sua melhor amiga

Como ignorar a fome pode ser o maior erro na busca de perder de peso e ganhar saúde. 

Já contei em vários artigos aqui o quanto dietas restritivas não trazem resultados efetivos de perda de peso, e ainda podem prejudicar nossa saúde física. E estou o tempo todo falando do desastre para nossa autoestima que essa cultura das dietas vendidas como a solução para nosso peso e o santo graal da felicidade.

Mas depois que li um artigo do New York Times sobre o impacto do que acontece com a nossa fisiologia que governa não apenas como nos sentimos fisicamente, bem como mentalmente, ao se privar de calorias e de determinados nutrientes essenciais, como gorduras, vi o quanto é necessário chamar atenção para a loucura que estamos fazendo conosco mesmas ao nos forçarmos a seguir um regime cheio de restrições em nome da beleza. Pior ainda quando isso é disfarçado de busca pela saúde.


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